você era daqueles que chegava nos almoços de domingo e brincava com a minha cara dizendo que eu parecia um cofre de porquinho que ficava na estante da vovó. você ficava de costas e eu chegava a achar que você era meu pai, dando um abraço errado e pedindo desculpas rindo. você era o homem que fazia eu rir com suas piadinhas e fazia todos gostarem de você sem você perceber. você era aquele que estava sempre de bom humor e brincava sempre tirando sorriso de todos que estavam por perto. você estava perto de mim o último dia que pode despertar sorrisos estando por perto.
madrugada de segunda-feira:
- não acredito. não, não.
- mãe, o que aconteceu? - levantei preocupada ao ouví-la chorando.
- seu tio... ele morreu.
porque deixou todos aqui sem seus sorrisos? porque foi embora de forma inesperada? fez isso para mostrar que devemos aproveitar enquanto todos estão aqui, porque quando vão embora, é tarde demais para se arrepender? porque?
eu sinto a sua falta. eu sinto tanto a sua falta, que ao lembrar ter te visto em meus sonhos, me faz querer dormir de novo, e te querer por perto de novo. você não volta, mas, um dia eu irei me encontrar com você... com seu sorriso. seu mais sincero sorriso.
madrugada de segunda-feira:
- não acredito. não, não.
- mãe, o que aconteceu? - levantei preocupada ao ouví-la chorando.
- seu tio... ele morreu.
porque deixou todos aqui sem seus sorrisos? porque foi embora de forma inesperada? fez isso para mostrar que devemos aproveitar enquanto todos estão aqui, porque quando vão embora, é tarde demais para se arrepender? porque?
eu sinto a sua falta. eu sinto tanto a sua falta, que ao lembrar ter te visto em meus sonhos, me faz querer dormir de novo, e te querer por perto de novo. você não volta, mas, um dia eu irei me encontrar com você... com seu sorriso. seu mais sincero sorriso.

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