tem dias que estou bem, outros, nem tanto. tem dias que eu estou rindo a todo minuto, outros, posso contar quantas risadas foram soltas durante as vinte e quatro horas rodadas no dia. não digo de sorrisos falsos, digo dos verdadeiros... que não são muitos quando não estou me sentindo segura.segura? é. mas não no sentido de falta de segurança por tentarem roubar materiais que me pertencem ou dinheiro. segura, no sentido de saber que o que julgo ser mais importante que o ar... é meu.
não, não sou possessiva. talvez... um pouco. eu não sei medir possessividade, na verdade, eu não sei medir nada, nunca fui boa com contas. ou até fui, quando eu decidia prestar atenção em aulas de matemática. mas, creio eu, que possessividade não é medida... ela não é algo que dá para se pegar, somar, subtrair, multiplicar, dividir como números que o professor insistia em colocar na lousa. ela existe, eu sei. mas ela não pertence a mim, nem a matemática... ela pertece a alguém, mas não a esse alguém que sou eu.
porém, volto a lhe dizer sobre minha segurança. por que ela aparece repentinamente e me domina? ela me faz acreditar que é aquilo e pronto. e eu acredito. acredito até demais. porém, logo depois da segurança, vem a insegurança e leva tudo que a sua rival ensinou a mim, e acabo tendo que acreditar que a insegurança está dizendo coisas que eu deva acreditar. e eu acredito. acredito tanto, que quando a segurança decide voltar, ela não consegue ser maior do que a insegurança pode me mostrar quando estava perto, e então... eu falho.
eu sou um pouco estranha mesmo. segura, insegura. porém, não culpo ninguém pelo que sinto. nem a mim mesma.
não, não sou possessiva. talvez... um pouco. eu não sei medir possessividade, na verdade, eu não sei medir nada, nunca fui boa com contas. ou até fui, quando eu decidia prestar atenção em aulas de matemática. mas, creio eu, que possessividade não é medida... ela não é algo que dá para se pegar, somar, subtrair, multiplicar, dividir como números que o professor insistia em colocar na lousa. ela existe, eu sei. mas ela não pertence a mim, nem a matemática... ela pertece a alguém, mas não a esse alguém que sou eu.
porém, volto a lhe dizer sobre minha segurança. por que ela aparece repentinamente e me domina? ela me faz acreditar que é aquilo e pronto. e eu acredito. acredito até demais. porém, logo depois da segurança, vem a insegurança e leva tudo que a sua rival ensinou a mim, e acabo tendo que acreditar que a insegurança está dizendo coisas que eu deva acreditar. e eu acredito. acredito tanto, que quando a segurança decide voltar, ela não consegue ser maior do que a insegurança pode me mostrar quando estava perto, e então... eu falho.
eu sou um pouco estranha mesmo. segura, insegura. porém, não culpo ninguém pelo que sinto. nem a mim mesma.

seus textos tão cada vez mais foda.
ResponderExcluirme encontrei mt nesse!
parabéns, irmã.